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Vamos lá... pra vcs verem como as coisas são, eu só consegui terminar aquele meu jogo na semana passada. Foi um intervalo de meses entre as sessões. Eu sinto muita saudade daquela época de colégio quando todo mundo tinha tempo pra jogar. É foda.
Aí em baixo se encontra o relato da primeira parte dessa aventura (só pra refrescar a memória) e aqui está a ficha em PDF dos personagens e do vilão principal dessa parte do jogo.
| Plo Koon escreveu:
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Eu tô fazendo um negócio diferente com esse jogo. A galera começou nível 1 como de costume, mas eu preparei uma aventura de prelúdio para cada personagem. A intenção é que todos eles subam para o 2º nível antes de se juntarem.
Essa primeira aventura é o prelúdio do soldier do grupo, então eu criei personagens e dei para os outros jogadores, menos um deles (o soldier) e o resto interpreta os companheiros de esquadrão dele.
Opening Crawl da 1ª aventura
Personagens:
Retsu Dav
Vhar Odrin
Valik Viridux
Jens Tabanne
Kreln
Fix (personagem humano do meu jogador que é um soldier especializado em armas pesadas)
O jogo começou com eles saindo do hiperespaço em um dos pontos da fronteira que precisavam inspecionar. Logo de cara o grupo se deparou com uma nebulosa gigante que estava interferindo na leitura dos sensores, mas depois que Valik Viridux falhou em um Use Computer pra inspecionar a área, eu declarei que a nebulosa estava interferindo nos sensores, que agora precisavam ser consertados. Valik e Jens saíram da nave em trajes espaciais e começaram a trabalhar. Assim que os sensores estavam funcionais, Fix recebeu um alerta na tela do computador e viu que toda uma frota mandaloriana estava saindo de dentro da nebulosa, que servia de esconderijo o tempo todo. Nessa hora teve uma parte engraçada, pq eles queriam acionar o hiperdrive e o jogador que controlava o líder do esquadrão gritou “Cadê o cara que faz o astrogate?”, aí responderam, “Tá lá fora da nave, senhor.” Nego se mijou de rir nessa hora. Os dois que estavam do lado de fora voltaram para a nave rapidamente e Valik começou a fazer o astrogate que normalmente demora 1 minuto, mas em apenas 1 round (penalidade de -10). Assim que ele fez isso, eu fiz com que o capitão da frota mandaloriana gastasse um destiny point para agir antes e acionar o raio trator. Eles ficaram presos no raio e não puderam acionar o hiperdrive. Teve um combate espacial muito rápido e eles foram levados a bordo da nave.
Depois de atracarem, os mandalorianos cercaram a nave e mandaram que eles se rendessem, mas eles decidiram sair atirando. O combate no hangar foi foda demais. Alguns ficaram escorados na porta da nave pra ganhar cover, Retsu Dav saiu e começou a dar espadadas e Jens e Kreln saíram pelas escotilhas da nave e ficaram dando tiros de cima. Nesse combate teve de tudo: mandalorianos, metracas automáticas (daquelas que ficam presas no teto) e até mesmo um Basilisk War Droid que foi detonado quando Fix começou a atirar usando as armas da nave (que fizeram um puta estrago no hangar).
Logo depois desse combate eles se tocaram que os tiros da nave tinham destruído a sala de controle do hangar e agora não podiam mais desligar o escudo de energia do hangar para poderem fugir. Eles teriam de encontrar outro jeito de fazer isso. Valik, que estava de olho em um terminal de computador durante todo o combate, se decepcionou ao descobrir que não passava de um painel que controlava os elevadores do hangar (um deles havia sido destruído pelos tiros da nave). O problema é que só entravam 3 pessoas no turbo lift (elevador) e seria preciso duas viagens. Eles queriam de cara ir para a ponte, mas eu fiz o cara que interpretava o líder rolar um Knowledge (Tactics) pra ver que isso não era muito sábio pq o grupo ficaria separado e a probabilidade da ponte estar bem guardada era grande. Eles decidiram ir mesmo assim e não deu outra, chegaram lá e tinha todo um exército esperando por eles com armas apontadas para o elevador. O líder mandaloriano mandou eles se renderem, mas Vhar Odrin fez um teste de Stealth (vs Perception do mandaloriano) para acionar o comlink sem ele ver. Ele passou no teste e disse "não atire, nós nos rendemos" e Valik ouviu tudo do outro nível, fechando assim as portas do elevador que recebeu muitos tiros. Ao tentar trazê-los de volta, Valik percebeu que tinha um slicer (hacker) controlando o elevador e enviando eles para outro nível, então rolou um combate entre slicers e Valik ganhou, enviando eles para outro lugar e trancando o acesso ao computador do outro cara. Agora eles se encontravam na sala de máquinas, mais precisamente onde ficavam as turbinas e de lá, poderiam acessar todos os outros níveis sem precisar usar os elevadores, dessa forma, sumindo do mapa. Na sala se máquinas teve mais um combate com os mandalorianos e Valik descobriu que a nave estava no hiperespaço, impossibilitando uma fuga. Agora eles teriam de ficar na nave até o destino final da frota, que poderia ser em território mandaloriano.
No momento eles decidiram ir até o nível onde fica o computador central da nave para descobrir o destino da frota e tentar desativar os alarmes e tudo que alguém com acesso a um computador pode fazer, ou seja, algum estrago. O jogo parou nessa parte.
A primeira sessão foi muito boa e o jogo fluiu muito bem, esse sistema realmente é excelente, não tenho reclamações. Só achei estranho os jogadores não terem se tocado de usar as armaduras mandalorianas dos inimigos derrotados. Isso facilitaria e muito a infiltração deles pela nave.
O jogo continua nessa quinta. Depois eu posto a conclusão aqui.
P.S: Se alguém quiser usar esses NPCs que eu criei em algum jogo, sinta-se à vontade.
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Antes de qualquer coisa, eu só queria deixar claro aqui como o livro Galaxy at War me ajudou nessa aventura. Sem exagerar, esse livro facilita e muito a vida de qualquer mestre. Ele tem um capítulo sobre construção de estações de batalha (que podem ser bases, naves, estações espaciais, etc...) que deixa tudo mastigadinho para o mestre. Eu recomendo.
Bom, depois que o grupo decidiu tomar a sala de controle de segurança da nave, um dos meus jogadores, do nada, deu a idéia do pessoal colocar as armaduras dos Mandalorianos. Será que tem algum jogador meu lendo esse tópico e eu não tô sabendo?
O grupo começou a passear pela nave e Valik decidiu usar um dos computadores para saber o destino da nave que estava no hiperespaço. Eles tavam se cagando da nave sair em território inimigo, mas descobriram que toda a frota estava indo atacar Suurja, um planeta na fronteira da República.
Eles foram até a sala de controle e Vhar Odrin, o líder, vestiu uma armadura vermelha dos Rally Masters Mandalorianos. O plano era tirar os mandalorianos de lá sem que fosse preciso dar um tiro sequer pq os sensores da nave captariam os tiros e alguém poderia acionar o alarme. Eles chegaram até a sala e ele conseguiu mandar os soldados que estavam de guarda para outro canto da nave com um blefe. "Vocês estão sendo relocados para a sala do reator", foi algo nesse gênero. Eles saíram e o grupo ficou na sala apenas com os técnicos de computadores. Cada um dos personagens se posicionou atrás de um técnico e prepararam suas vibroblades, facas e combat gloves. Ratsu Dav usou Battle Strike e Dark Rage e ficou com um bônus pra ataque e dano absurdos. Quando Vhar deu o sinal eles atacaram. Retsu arrancou a cabeça do técnico que poderia acionar o alarme com uma espadada só. Kreln acionou seus implantes braçais e ficou com um ataque de +13 e dano de 1d4+15, e isso só de ataque desarmado, só que o cara foi e tirou 1 no dado... foi broxante.
O resto do pessoal matou os mandalorianos em um ou dois rounds e no primeiro round de combate normal, o Kreln quebrou o pescoço do mandaloriano antes que ele pudesse reagir. Foi irado. A cabeça do cara virou 180º graus.
Com a sala de segurança sob o controle deles, Valik tentou hackear o computador, mas falhou umas duas vezes e partiu pra ignorância. Abriu todo o computador e usou o seu talento Security Slicer pra fazer um tipo de ligação direta. Eles conseguiram acesso e desligaram o alarme, dizendo que os intrusos tinham sido capturados e ligaram para Suurja para avisar sobre o ataque iminente. Vhar deu sua identificação e pediu para falar com o responsável pela segurança planetária e foi atendido por um oficial da Marinha Republicana. Ele avisou sobre o ataque e o oficial agradeceu, dizendo que eles tinham acabado se salvar milhões de vidas. Ele desejou sorte em sua fuga e desligou.
Após essa interação eles decidiram tomar a ponte de qualquer jeito. Puxaram os mapas pelo computador e viram que o responsável pela nave, um mandaloriano usando uma armadura dourada e cheia de manchas de sangue (veja o por quê na ficha dele), estava na ponte supervisionando os outros. O grupo decidiu chegar de fininho pra avisar que os invasores não tinham sido capturados de verdade e tentar um ataque surpresa, mas a ponte tava lotada de inimigos. Vejam as fotos do tabuleiro aqui, aqui e aqui.
Ao chegar à ponte e avisar que os invasores ainda estavam à solta, o mandaloriano conseguiu pegar o blefe deles e os confrontou. Jagrad parabenizou os soldados por terem chegado até a ponte da nave após tanto esforço e deixa claro que essa é uma façanha que não passa despercebida pelos Mandalorianos. Ele deu as seguintes opções aos personagens:
1-“Rendam-se e juntem-se aos mandalorianos para compartilhar a glória das vitórias.”
2- “Se não quiserem se juntar à nossa cruzada, rendam-se para trabalhar nas forjas de guerra para suprir as demandas dos clãs.”
3- “Como vocês provaram seu valor como guerreiros hoje, vou lhes dar uma terceira opção. Lutem comigo. Se vencerem serão libertados,” nessa hora eles ficaram desconfiados e perguntaram como podiam saber se ele iria cumprir sua promessa, no que ele respondeu, “Os mandalorianos são um povo honrado, meus homens já ouviram minhas palavras e irão cumprir minhas ordens até mesmo após minha morte, por mais improvável que isso possa ser.”
Eles decidiram lutar e foram escoltados até a sala de treinamento da nave. Os mandalorianos encheram a sala para testemunhar a batalha e foi aquela gritaria. Fotos aqui e aqui.
O combate foi seis contra um mesmo e o líder dos mandalorianos deu uma sova no grupo (nível 18 é foda, né?), mas mesmo assim eles chegaram perto de matar o cara pq eu me esqueci de várias coisas que ele podia fazer. Quando se joga pouco é assim, a gente acaba perdendo o jeito... não demorou muito e Kreln caiu em batalha, retalhado pela espada de Jagrad. Depois foi Jens e Retsu, mas ninguém estava morto pq gastaram pontos de Força para permanecerem vivos. O resto do grupo ficou atirando de longe e usando granadas. Foi durante esse jogo que eu percebi de verdade como granadas são armas roubadas. Dar metade do dano quando se erra o ataque é muito bom. Ele tinha um gerador de escudo, mas a parada só segurava os ataques de energia e as granadas eram de fragmentação. Nessa brincadeira eles quase mataram o cara.
No final só tinha o Vhar (líder), Valik e Fix (o personagem do meu jogador). Ele começou a destruir o líder até um momento que ele se rendeu, algo que eu realmente não esperava, mas caiu como uma luva. Valik viu seu líder se render e se rendeu junto. Fix, o personagem do meu jogador, se recusou a se render (ficou perfeito). Nessa, Jagrad mandou os outros mandalorianos prenderem Fix que começou a se debater. Quando trouxeram o prisioneiro perto ele puxou a espada e disse “Você nunca mais vai poder arremessar granadas nos seus inimigos, seu covarde!”, e cortou o braço dele fora (o jogador queria um braço cibernético e eu fiz ele perder o braço desse jeito). Agora, Jagrad perguntou mais uma vez se iriam se juntar ao mandalorianos e Vhar disse que sim. Logo depois Jagrad pediu uma amostra de sua lealdade e nessa hora eu me retirei com o jogador que estava controlando Vhar para dizer o que deveria ser feito e, por incrível que pareça, ele ia fazer justamente o que eu havia planejado. Ele sacou a pistola e deu um tiro no peito de Fix (o novato do grupo), dizendo “Se eu retornar à República após fazer isso irei enfrentar a Corte Marcial. Isso é prova o suficiente?”.
Jagrad respondeu: “Essa morte é da responsabilidade de vocês. Façam o que acharem certo com o corpo. Vocês são mandalorianos agora; peguem seus elmos e armaduras e preparem-se para serem batizados no calor da batalha”.
Jens se encarregou do corpo de Fix e percebeu que ele ainda estava vivo. Quando a frota chegou em Suurja, ela o colocou em uma cápsula de fuga e disse que essa era a única chance que ela poderia lhe dar de sobreviver, e ejetou a cápsula. Agora Fix está quase morto e indo em direção de um planeta sob ataque mandaloriano. O primeiro prelúdio acabou nessa parte.
Eu já joguei a primeira parte do segundo prelúdio (o jogo dos scoundrels) e tudo correu muito bem. Faltam ainda os prelúdios dos Jedi e dos Wookiees. Tá bem divertido. Pena que não dá pra jogar mais. _________________
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